Jonatas Toledo
Jonatas Toledo não nasceu dentro da política.
Não veio de família tradicional, não herdou mandato e não construiu sua história em gabinetes. Filho de Inhacorá/RS, um pequeno município do interior gaúcho, chegou a Santo Ângelo ainda jovem, sem estrutura, sem padrinho político e sem caminho pronto, apenas com uma mochila, um sonho e uma bolsa de estudos na URI.
A história dele começou no trabalho.
Foi coletor de lixo no Clube Gaúcho, passou pelo chão de fábrica da Fundimisa, serviu ao Exército Brasileiro através do NPOR, atuou na Brigada Militar, foi professor do SENAC-RS e construiu sua trajetória profissional na contabilidade, área em que atua há mais de 15 anos ajudando empresas, famílias, igrejas e trabalhadores.
Mas antes de tudo isso, veio a base.
Filho de Abreu Toledo, músico, pregador e compositor de mais de 100 hinos, e da missionária Rute Dutra, conhecida pelo trabalho voluntário em hospitais, lares e ações sociais, Jonatas cresceu em um ambiente onde servir sempre valeu mais do que aparecer.
Há quase uma década, constrói ao lado da esposa Eduarda Borgmann sua família, baseada na fé, nos princípios e no propósito. Pai de Alícia e Arthur, acredita que família é o fundamento de qualquer sociedade forte.
Membro da Assembleia de Deus há 38 anos, atuou como pastor setorial, evangelista e líder comunitário em diferentes regiões de Santo Ângelo/RS. Também participou voluntariamente de projetos sociais voltados a famílias vulneráveis, dependentes químicos, encarcerados, autistas e pessoas acamadas.
Em 2025, entrou oficialmente para a política e tornou-se o vereador mais votado do Progressistas em Santo Ângelo/RS, além de ser eleito presidente da Câmara Municipal.
Sua candidatura representa algo simples: uma renovação construída na vida real por alguém gente como a gente!
Não uma renovação fabricada por marketing. Mas alguém que conhece o peso do trabalho, as dificuldades de quem empreende, os desafios das famílias e a realidade de quem vive longe dos grandes centros.
Essa campanha não é sobre construir um personagem.
É sobre levar para Brasília alguém que nunca esqueceu de onde veio.